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Associação Profissional de Intérpretes de Conferência.
  • Numa entrevista concedida em 1993 ao programa de David Letterman, Jimmy Carter - o presidente dos EUA que morreu em dezembro de 2024 aos 100 anos - lembrou o raciocínio ligeiro de um tradutor no Japão e uma mancada linguística na Polônia.
Piadas e trocadilhos são uma das coisas mais difíceis e perigosas de traduzir. Por isso, sempre que um orador planeja contar uma piada para um público estrangeiro, é recomendável combinar antes com o intérprete. 

Provavelmente foi esse o cenário enfrentado pelo intérprete que verteu a fala de Carter para o japonês. E a solução encontrada pelo colega foi ótima! Uma vez que a piada era impossível de traduzir, ou talvez inconveniente para o público de Osaka, ele simplesmente disse: “o presidente Carter contou uma história engraçada, e vocês precisam rir”. A situação toda ficou realmente cômica, e arrancou gargalhadas da plateia – para deleite do ilustre visitante.

Sobre o caso na Polônia, o livro “White House Interpreter”, de Harry Obst (intérprete de alemão de vários presidentes americanos) narra os bastidores desse deslize tradutório. A viagem de Carter a Varsóvia ocorreu em 29 de dezembro de 1977, e o Departamento de Estado não encontrou nenhum intérprete de polonês disponível às vésperas do réveillon. Recorreu então a Steven Seymour, que na verdade era tradutor de russo, mas havia passado alguns anos na Polônia e foi escalado para quebrar um galho. Seymour ficou mais de uma hora ao relento na pista do aeroporto de Varsóvia, debaixo de neve no gélido inverno polonês, à espera do Air Force One e do pronunciamento que o presidente faria ali mesmo, após pousar. O intérprete até tentou obter uma cópia do discurso de Carter, mas o pedido – essencial para uma boa tradução – foi negado pelos assessores do presidente. Deu no que deu: exausto e despreparado, Seymour traduziu “compromisso com o amor pela liberdade” por “compromisso com o amor livre”, diante de autoridades de um país extremamente católico. Imagine o vexame.

Gostaram dessas curiosidades? Este texto é uma colaboração da nossa colega Beatriz Velloso. Não deixe de curtir, comentar e compartilhar!
  • A forma como encaramos nossos talentos e habilidades pode impactar diretamente nosso desenvolvimento profissional. Você sabe identificar se você tem uma mentalidade fixa ou uma mentalidade de crescimento? Confira os pontos abaixo e, caso tenha se interessado pelo tema, há várias referências ao tema em livros e na internet. 

Mentalidade fixa:

Acredita que a inteligência e as habilidades são traços fixos, inatos;
Evita desafios com medo de falhar e expor suas limitações;
Desiste facilmente diante de obstáculos;
Ignora críticas e feedbacks, pois os considera ataques pessoais;
Sente-se ameaçado pelo sucesso de outras pessoas.
“Se tenho de me esforçar muito para aprender a tomar notas/traduzir simultaneamente/acertar todas as palavras do discurso, não devo ser muito inteligente/talentoso.” 

Mentalidade de crescimento:

Acredita que a inteligência e as habilidades podem ser desenvolvidas através de esforço e dedicação;
Abraça desafios como oportunidades de aprendizado;
Persiste diante de obstáculos, buscando soluções criativas;
Aprende com críticas e feedbacks, utilizando-os para melhorar;
Sente-se inspirado pelo sucesso de outras pessoas;
Desenvolve comportamentos que beneficiam outras pessoas ou a sociedade como um todo.

Como intérpretes, temos diversas habilidades que estão em constante aprimoramento. Cada pessoa terá mais facilidade em uma ou em outra. Geralmente tendemos a deixar de lado, de escanteio, aquela atividade na qual não somos excelentes. É aí que a mentalidade de crescimento faz toda a diferença. Ao invés de pensar “sou péssimo nisso, não tem jeito” você pode pensar “não sou muito bom, mas a cada exercício eu melhoro cada vez mais”.

Entender quais pontos podem ser aprimorados pode ajudá-lo a encarar desafios com mais leveza. Uma mentalidade de crescimento também pode oferecer benefícios à saúde mental, como redução do risco de depressão e ansiedade.

fonte: www.theinterpretingcoach.com/growth-mindset/
  • Hoje compartilhamos um trecho de uma reportagem publicada tanto no site quanto na revista impressa Pesquisa FAPESP Edição 347, jan 2025.

Trajetórias de tradutores e intérpretes saem dos bastidores

Em 1947, ao ser contratado pelo Serviço de Proteção ao Índio (SPI) para duas expedições às aldeias Kaapor, na fronteira do Pará com o Maranhão, o antropólogo Darcy Ribeiro (1922-1997) percebeu que, apesar de conhecer um pouco da língua daquele povo, precisaria de um intérprete para compreender mais a fundo questões como genealogia e rituais. Foi o intérprete sertanista João Carvalho que o auxiliou nessa tarefa. “João é nosso intérprete e nessas horas de recepções sociais seu papel é tão importante quanto nas de trabalho, de modo que tem de falar muito para compensar meu silêncio”, escreveu Ribeiro em seus relatos da expedição compilados em “Diários índios. Os Urubus-Kaapor” (Companhia das Letras, 1996).

A parceria está registrada no livro “Fotografias de intérpretes: Em busca das vidas perdidas”, do tradutor britânico John Milton, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Lançada em 2022 no Brasil pela editora Lexikos, a obra saiu em inglês no final de 2024 pela Cambridge Scholars Publishing, do Reino Unido. Na publicação, o pesquisador reúne histórias de intérpretes de vários lugares do mundo, a exemplo do russo Viktor Sukhodrev (1932-2014), que trabalhou na diplomacia soviética durante a Guerra Fria (1947-1991). Segundo o livro, o presidente norte-americano Richard Nixon (1913-1994) confiava mais em Sukhodrev do que na própria equipe, já que o intérprete estava distante dos jogos de poder da Casa Branca.

Um dos capítulos é dedicado aos intérpretes indígenas do Brasil, como Megaron Txucarramãe, tradutor e intérprete do tio, e Raoni Metuktire, cacique do povo Caiapó e uma das principais lideranças indígenas do país.

Leia a reportagem completa em https://bit.ly/4fRFaNg

Fonte: Pesquisa FAPESP
  • Você já ouviu falar no termo “fadiga auditiva”? A fadiga auditiva é caracterizada por uma diminuição temporária da sensibilidade auditiva. Nós, intérpretes, que temos como principal ferramenta de trabalho a audição, também sofremos com a longa exposição a sons e ruídos.

Muitas vezes os intérpretes precisam ouvir sons de alta frequência, como vozes agudas ou sons de equipamentos eletrônicos. Além disso, muitas vezes trabalhamos em ambientes de alta pressão. O estresse também pode contribuir para a fadiga auditiva.

Sintomas da fadiga auditiva em intérpretes:

Dificuldade em ouvir sons baixos;
Zumbido nos ouvidos;
Dor de cabeça;
Sensação de ouvido entupido;
Intolerância a sons altos;
Dificuldades de comunicação.

Consequências:

Dano permanente à audição;
Impacto no desempenho no trabalho;
Impacto nas atividades de lazer;
Impacto no humor;
Interrupção dos padrões de sono. 

Como prevenir:

Faça pausas regulares durante o trabalho para descansar os ouvidos;
Mantenha o volume dos fones de ouvido em um nível seguro;
Encontre maneiras de minimizar o estresse;
Procure um médico otorrinolaringologista para exames regulares.

#FadigaAuditiva #Intérpretes #Intérprete #InterpretaçãoDeConferência #Libras
  • Nesta semana, a AIIC Brasil e a APIC se uniram para realizar uma discussão online sobre saúde auditiva para celebrar o Dia Mundial da Audição.

O evento foi um sucesso com grande repercussão mundial na comunidade dos intérpretes de conferência. Mais de 150 participantes de diversos países de todo o mundo atenderam ao evento que contou com interpretação simultânea em 5 idiomas. Um evento dessa magnitude, realizado em português e que alcançou tantas pessoas  foi algo inédito e que nos deixou extremamente satisfeitos.

Nosso agradecimento a todos os participantes e aos intérpretes!
  • A série "Quem Faz a APIC" visa apresentar os membros da APIC por meio de breves perfis divulgados em nossas mídias sociais. Descubra mais sobre o intérprete Ricardo Alexandre de Aguiar:

Residente em São Paulo, Ricardo Alexandre de Aguiar (@miolagem) é um intérprete de conferência do par inglês/português com um currículo que reflete sua paixão pela comunicação e pelo aprendizado contínuo. Suas áreas de especialização abrangem desde assuntos técnicos complexos, como engenharia, até setores dinâmicos como agricultura, negócios e o universo jurídico.

Graduado em Letras com especialização em Tradução e Interpretação pela UNIBERO em 2001, ele se dedicou exclusivamente à tradução até 2015. No entanto, sua busca por novos desafios o levou a concluir o Curso Sequencial de Interpretação de Conferência da PUC/SP, marcando o início de sua transição para a interpretação.
Desde então, Ricardo tem conciliado a tradução com a interpretação, com um foco crescente nesta última. Para ele, a escolha foi natural, impulsionada por sua formação e paixão por idiomas e tradução.

O que o encanta na profissão é a oportunidade de explorar um leque vasto de temas, conhecer pessoas de diferentes culturas e visitar lugares que jamais imaginou. A diversidade é, para Ricardo, o aspecto mais fascinante da carreira.

Diante de uma época de tantas mudanças, Ricardo acredita que o fator humano é insubstituível na interpretação, dada a sutileza que permeia a comunicação. Seu conselho para quem busca trilhar esse caminho é: "Seja estudioso, curioso, ético e profissional, e saiba circular por diversos ambientes. São as coisas que me trouxeram até aqui na carreira."
  • Que excelente notícia! A tese intitulada "Interpretação em equipe no contexto de conferência: perfil profissional para formação de intérpretes de Libras-Português", de autoria de Tiago Coimbra Nogueira, foi laureada com o Primeiro Prêmio ABRAPT de Tese. O trabalho foi desenvolvido sob a orientação da Profa. Dra. Maria Lúcia Vasconcellos e coorientação da Profa. Dra. Silvana Aguiar dos Santos.

A pesquisa explora a dinâmica da interpretação em equipe em ambientes de conferência, propondo um modelo estruturado para a formação de intérpretes de Libras-Português. O estudo se destaca pela sua abordagem inovadora, combinando rigor metodológico com uma proposta formativa centrada em competências e aprendizagem situada. Sua relevância é evidente ao abordar uma necessidade crucial na capacitação desses profissionais e ao promover a acessibilidade linguística em eventos acadêmicos e institucionais, em consonância com as políticas de inclusão de pessoas surdas.

Parabéns a Tiago Coimbra Nogueira, bem como à sua orientadora e coorientadora, por essa conquista que celebra a excelência da pesquisa conduzida.

Acesse a tese completa aqui: https://tede.ufsc.br/teses/PGET0607-T.pdf

fonte: @pgetufsc
  • Conte pra gente nos comentários: o que você faz para reviver depois de passar horas interpretando à distância pelo computador?

#Intérprete #IntérpreteDeConferência #Intérpretes #VidaDeIntérprete #InterpreterMeme
  • Ainda dá tempo de se inscrever e celebrar o Dia Mundial da Audição conosco! 🎧
Participe de uma discussão online sobre saúde auditiva, no dia 17 de março, às 19:00 BRT, com o tema “Dia Mundial da Audição: Interpretação e Saúde Auditiva”.

Junte-se a nós e à @aiicbrasil em uma sessão interativa repleta de insights valiosos sobre fisiologia da audição, estratégias de prevenção e opções de tratamento para a perda auditiva.

O evento será realizado em português, com interpretação simultânea para espanhol, inglês, francês, chinês e russo!

💡 Participação gratuita e aberta a todos, mas requer inscrição! Inscreva-se já: https://tinyurl.com/diamundialdaaudicao

O link do Zoom será enviado após a inscrição. 

#conferenceinterpreting #hearinghealth #traduçãosimultânea #interpretação #saúdeauditiva #worldhearingday.
Numa entrevista concedida em 1993 ao programa de David Letterman, Jimmy Carter - o presidente dos EUA que morreu em dezembro de 2024 aos 100 anos - lembrou o raciocínio ligeiro de um tradutor no Japão e uma mancada linguística na Polônia.
Piadas e trocadilhos são uma das coisas mais difíceis e perigosas de traduzir. Por isso, sempre que um orador planeja contar uma piada para um público estrangeiro, é recomendável combinar antes com o intérprete. 

Provavelmente foi esse o cenário enfrentado pelo intérprete que verteu a fala de Carter para o japonês. E a solução encontrada pelo colega foi ótima! Uma vez que a piada era impossível de traduzir, ou talvez inconveniente para o público de Osaka, ele simplesmente disse: “o presidente Carter contou uma história engraçada, e vocês precisam rir”. A situação toda ficou realmente cômica, e arrancou gargalhadas da plateia – para deleite do ilustre visitante.

Sobre o caso na Polônia, o livro “White House Interpreter”, de Harry Obst (intérprete de alemão de vários presidentes americanos) narra os bastidores desse deslize tradutório. A viagem de Carter a Varsóvia ocorreu em 29 de dezembro de 1977, e o Departamento de Estado não encontrou nenhum intérprete de polonês disponível às vésperas do réveillon. Recorreu então a Steven Seymour, que na verdade era tradutor de russo, mas havia passado alguns anos na Polônia e foi escalado para quebrar um galho. Seymour ficou mais de uma hora ao relento na pista do aeroporto de Varsóvia, debaixo de neve no gélido inverno polonês, à espera do Air Force One e do pronunciamento que o presidente faria ali mesmo, após pousar. O intérprete até tentou obter uma cópia do discurso de Carter, mas o pedido – essencial para uma boa tradução – foi negado pelos assessores do presidente. Deu no que deu: exausto e despreparado, Seymour traduziu “compromisso com o amor pela liberdade” por “compromisso com o amor livre”, diante de autoridades de um país extremamente católico. Imagine o vexame.

Gostaram dessas curiosidades? Este texto é uma colaboração da nossa colega Beatriz Velloso. Não deixe de curtir, comentar e compartilhar!
Numa entrevista concedida em 1993 ao programa de David Letterman, Jimmy Carter - o presidente dos EUA que morreu em dezembro de 2024 aos 100 anos - lembrou o raciocínio ligeiro de um tradutor no Japão e uma mancada linguística na Polônia. Piadas e trocadilhos são uma das coisas mais difíceis e perigosas de traduzir. Por isso, sempre que um orador planeja contar uma piada para um público estrangeiro, é recomendável combinar antes com o intérprete. Provavelmente foi esse o cenário enfrentado pelo intérprete que verteu a fala de Carter para o japonês. E a solução encontrada pelo colega foi ótima! Uma vez que a piada era impossível de traduzir, ou talvez inconveniente para o público de Osaka, ele simplesmente disse: “o presidente Carter contou uma história engraçada, e vocês precisam rir”. A situação toda ficou realmente cômica, e arrancou gargalhadas da plateia – para deleite do ilustre visitante. Sobre o caso na Polônia, o livro “White House Interpreter”, de Harry Obst (intérprete de alemão de vários presidentes americanos) narra os bastidores desse deslize tradutório. A viagem de Carter a Varsóvia ocorreu em 29 de dezembro de 1977, e o Departamento de Estado não encontrou nenhum intérprete de polonês disponível às vésperas do réveillon. Recorreu então a Steven Seymour, que na verdade era tradutor de russo, mas havia passado alguns anos na Polônia e foi escalado para quebrar um galho. Seymour ficou mais de uma hora ao relento na pista do aeroporto de Varsóvia, debaixo de neve no gélido inverno polonês, à espera do Air Force One e do pronunciamento que o presidente faria ali mesmo, após pousar. O intérprete até tentou obter uma cópia do discurso de Carter, mas o pedido – essencial para uma boa tradução – foi negado pelos assessores do presidente. Deu no que deu: exausto e despreparado, Seymour traduziu “compromisso com o amor pela liberdade” por “compromisso com o amor livre”, diante de autoridades de um país extremamente católico. Imagine o vexame. Gostaram dessas curiosidades? Este texto é uma colaboração da nossa colega Beatriz Velloso. Não deixe de curtir, comentar e compartilhar!
5 horas ago
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1/9
A forma como encaramos nossos talentos e habilidades pode impactar diretamente nosso desenvolvimento profissional. Você sabe identificar se você tem uma mentalidade fixa ou uma mentalidade de crescimento? Confira os pontos abaixo e, caso tenha se interessado pelo tema, há várias referências ao tema em livros e na internet. 

Mentalidade fixa:

Acredita que a inteligência e as habilidades são traços fixos, inatos;
Evita desafios com medo de falhar e expor suas limitações;
Desiste facilmente diante de obstáculos;
Ignora críticas e feedbacks, pois os considera ataques pessoais;
Sente-se ameaçado pelo sucesso de outras pessoas.
“Se tenho de me esforçar muito para aprender a tomar notas/traduzir simultaneamente/acertar todas as palavras do discurso, não devo ser muito inteligente/talentoso.” 

Mentalidade de crescimento:

Acredita que a inteligência e as habilidades podem ser desenvolvidas através de esforço e dedicação;
Abraça desafios como oportunidades de aprendizado;
Persiste diante de obstáculos, buscando soluções criativas;
Aprende com críticas e feedbacks, utilizando-os para melhorar;
Sente-se inspirado pelo sucesso de outras pessoas;
Desenvolve comportamentos que beneficiam outras pessoas ou a sociedade como um todo.

Como intérpretes, temos diversas habilidades que estão em constante aprimoramento. Cada pessoa terá mais facilidade em uma ou em outra. Geralmente tendemos a deixar de lado, de escanteio, aquela atividade na qual não somos excelentes. É aí que a mentalidade de crescimento faz toda a diferença. Ao invés de pensar “sou péssimo nisso, não tem jeito” você pode pensar “não sou muito bom, mas a cada exercício eu melhoro cada vez mais”.

Entender quais pontos podem ser aprimorados pode ajudá-lo a encarar desafios com mais leveza. Uma mentalidade de crescimento também pode oferecer benefícios à saúde mental, como redução do risco de depressão e ansiedade.

fonte: www.theinterpretingcoach.com/growth-mindset/
A forma como encaramos nossos talentos e habilidades pode impactar diretamente nosso desenvolvimento profissional. Você sabe identificar se você tem uma mentalidade fixa ou uma mentalidade de crescimento? Confira os pontos abaixo e, caso tenha se interessado pelo tema, há várias referências ao tema em livros e na internet. Mentalidade fixa: Acredita que a inteligência e as habilidades são traços fixos, inatos; Evita desafios com medo de falhar e expor suas limitações; Desiste facilmente diante de obstáculos; Ignora críticas e feedbacks, pois os considera ataques pessoais; Sente-se ameaçado pelo sucesso de outras pessoas. “Se tenho de me esforçar muito para aprender a tomar notas/traduzir simultaneamente/acertar todas as palavras do discurso, não devo ser muito inteligente/talentoso.” Mentalidade de crescimento: Acredita que a inteligência e as habilidades podem ser desenvolvidas através de esforço e dedicação; Abraça desafios como oportunidades de aprendizado; Persiste diante de obstáculos, buscando soluções criativas; Aprende com críticas e feedbacks, utilizando-os para melhorar; Sente-se inspirado pelo sucesso de outras pessoas; Desenvolve comportamentos que beneficiam outras pessoas ou a sociedade como um todo. Como intérpretes, temos diversas habilidades que estão em constante aprimoramento. Cada pessoa terá mais facilidade em uma ou em outra. Geralmente tendemos a deixar de lado, de escanteio, aquela atividade na qual não somos excelentes. É aí que a mentalidade de crescimento faz toda a diferença. Ao invés de pensar “sou péssimo nisso, não tem jeito” você pode pensar “não sou muito bom, mas a cada exercício eu melhoro cada vez mais”. Entender quais pontos podem ser aprimorados pode ajudá-lo a encarar desafios com mais leveza. Uma mentalidade de crescimento também pode oferecer benefícios à saúde mental, como redução do risco de depressão e ansiedade. fonte: www.theinterpretingcoach.com/growth-mindset/
2 dias ago
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2/9
Hoje compartilhamos um trecho de uma reportagem publicada tanto no site quanto na revista impressa Pesquisa FAPESP Edição 347, jan 2025.

Trajetórias de tradutores e intérpretes saem dos bastidores

Em 1947, ao ser contratado pelo Serviço de Proteção ao Índio (SPI) para duas expedições às aldeias Kaapor, na fronteira do Pará com o Maranhão, o antropólogo Darcy Ribeiro (1922-1997) percebeu que, apesar de conhecer um pouco da língua daquele povo, precisaria de um intérprete para compreender mais a fundo questões como genealogia e rituais. Foi o intérprete sertanista João Carvalho que o auxiliou nessa tarefa. “João é nosso intérprete e nessas horas de recepções sociais seu papel é tão importante quanto nas de trabalho, de modo que tem de falar muito para compensar meu silêncio”, escreveu Ribeiro em seus relatos da expedição compilados em “Diários índios. Os Urubus-Kaapor” (Companhia das Letras, 1996).

A parceria está registrada no livro “Fotografias de intérpretes: Em busca das vidas perdidas”, do tradutor britânico John Milton, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Lançada em 2022 no Brasil pela editora Lexikos, a obra saiu em inglês no final de 2024 pela Cambridge Scholars Publishing, do Reino Unido. Na publicação, o pesquisador reúne histórias de intérpretes de vários lugares do mundo, a exemplo do russo Viktor Sukhodrev (1932-2014), que trabalhou na diplomacia soviética durante a Guerra Fria (1947-1991). Segundo o livro, o presidente norte-americano Richard Nixon (1913-1994) confiava mais em Sukhodrev do que na própria equipe, já que o intérprete estava distante dos jogos de poder da Casa Branca.

Um dos capítulos é dedicado aos intérpretes indígenas do Brasil, como Megaron Txucarramãe, tradutor e intérprete do tio, e Raoni Metuktire, cacique do povo Caiapó e uma das principais lideranças indígenas do país.

Leia a reportagem completa em https://bit.ly/4fRFaNg

Fonte: Pesquisa FAPESP
Hoje compartilhamos um trecho de uma reportagem publicada tanto no site quanto na revista impressa Pesquisa FAPESP Edição 347, jan 2025. Trajetórias de tradutores e intérpretes saem dos bastidores Em 1947, ao ser contratado pelo Serviço de Proteção ao Índio (SPI) para duas expedições às aldeias Kaapor, na fronteira do Pará com o Maranhão, o antropólogo Darcy Ribeiro (1922-1997) percebeu que, apesar de conhecer um pouco da língua daquele povo, precisaria de um intérprete para compreender mais a fundo questões como genealogia e rituais. Foi o intérprete sertanista João Carvalho que o auxiliou nessa tarefa. “João é nosso intérprete e nessas horas de recepções sociais seu papel é tão importante quanto nas de trabalho, de modo que tem de falar muito para compensar meu silêncio”, escreveu Ribeiro em seus relatos da expedição compilados em “Diários índios. Os Urubus-Kaapor” (Companhia das Letras, 1996). A parceria está registrada no livro “Fotografias de intérpretes: Em busca das vidas perdidas”, do tradutor britânico John Milton, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Lançada em 2022 no Brasil pela editora Lexikos, a obra saiu em inglês no final de 2024 pela Cambridge Scholars Publishing, do Reino Unido. Na publicação, o pesquisador reúne histórias de intérpretes de vários lugares do mundo, a exemplo do russo Viktor Sukhodrev (1932-2014), que trabalhou na diplomacia soviética durante a Guerra Fria (1947-1991). Segundo o livro, o presidente norte-americano Richard Nixon (1913-1994) confiava mais em Sukhodrev do que na própria equipe, já que o intérprete estava distante dos jogos de poder da Casa Branca. Um dos capítulos é dedicado aos intérpretes indígenas do Brasil, como Megaron Txucarramãe, tradutor e intérprete do tio, e Raoni Metuktire, cacique do povo Caiapó e uma das principais lideranças indígenas do país. Leia a reportagem completa em https://bit.ly/4fRFaNg Fonte: Pesquisa FAPESP
4 dias ago
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3/9
Você já ouviu falar no termo “fadiga auditiva”? A fadiga auditiva é caracterizada por uma diminuição temporária da sensibilidade auditiva. Nós, intérpretes, que temos como principal ferramenta de trabalho a audição, também sofremos com a longa exposição a sons e ruídos.

Muitas vezes os intérpretes precisam ouvir sons de alta frequência, como vozes agudas ou sons de equipamentos eletrônicos. Além disso, muitas vezes trabalhamos em ambientes de alta pressão. O estresse também pode contribuir para a fadiga auditiva.

Sintomas da fadiga auditiva em intérpretes:

Dificuldade em ouvir sons baixos;
Zumbido nos ouvidos;
Dor de cabeça;
Sensação de ouvido entupido;
Intolerância a sons altos;
Dificuldades de comunicação.

Consequências:

Dano permanente à audição;
Impacto no desempenho no trabalho;
Impacto nas atividades de lazer;
Impacto no humor;
Interrupção dos padrões de sono. 

Como prevenir:

Faça pausas regulares durante o trabalho para descansar os ouvidos;
Mantenha o volume dos fones de ouvido em um nível seguro;
Encontre maneiras de minimizar o estresse;
Procure um médico otorrinolaringologista para exames regulares.

#FadigaAuditiva #Intérpretes #Intérprete #InterpretaçãoDeConferência #Libras
Você já ouviu falar no termo “fadiga auditiva”? A fadiga auditiva é caracterizada por uma diminuição temporária da sensibilidade auditiva. Nós, intérpretes, que temos como principal ferramenta de trabalho a audição, também sofremos com a longa exposição a sons e ruídos. Muitas vezes os intérpretes precisam ouvir sons de alta frequência, como vozes agudas ou sons de equipamentos eletrônicos. Além disso, muitas vezes trabalhamos em ambientes de alta pressão. O estresse também pode contribuir para a fadiga auditiva. Sintomas da fadiga auditiva em intérpretes: Dificuldade em ouvir sons baixos; Zumbido nos ouvidos; Dor de cabeça; Sensação de ouvido entupido; Intolerância a sons altos; Dificuldades de comunicação. Consequências: Dano permanente à audição; Impacto no desempenho no trabalho; Impacto nas atividades de lazer; Impacto no humor; Interrupção dos padrões de sono. Como prevenir: Faça pausas regulares durante o trabalho para descansar os ouvidos; Mantenha o volume dos fones de ouvido em um nível seguro; Encontre maneiras de minimizar o estresse; Procure um médico otorrinolaringologista para exames regulares. #FadigaAuditiva #Intérpretes #Intérprete #InterpretaçãoDeConferência #Libras
1 semana ago
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4/9
Nesta semana, a AIIC Brasil e a APIC se uniram para realizar uma discussão online sobre saúde auditiva para celebrar o Dia Mundial da Audição.

O evento foi um sucesso com grande repercussão mundial na comunidade dos intérpretes de conferência. Mais de 150 participantes de diversos países de todo o mundo atenderam ao evento que contou com interpretação simultânea em 5 idiomas. Um evento dessa magnitude, realizado em português e que alcançou tantas pessoas  foi algo inédito e que nos deixou extremamente satisfeitos.

Nosso agradecimento a todos os participantes e aos intérpretes!
Nesta semana, a AIIC Brasil e a APIC se uniram para realizar uma discussão online sobre saúde auditiva para celebrar o Dia Mundial da Audição. O evento foi um sucesso com grande repercussão mundial na comunidade dos intérpretes de conferência. Mais de 150 participantes de diversos países de todo o mundo atenderam ao evento que contou com interpretação simultânea em 5 idiomas. Um evento dessa magnitude, realizado em português e que alcançou tantas pessoas foi algo inédito e que nos deixou extremamente satisfeitos. Nosso agradecimento a todos os participantes e aos intérpretes!
1 semana ago
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A série "Quem Faz a APIC" visa apresentar os membros da APIC por meio de breves perfis divulgados em nossas mídias sociais. Descubra mais sobre o intérprete Ricardo Alexandre de Aguiar:

Residente em São Paulo, Ricardo Alexandre de Aguiar (@miolagem) é um intérprete de conferência do par inglês/português com um currículo que reflete sua paixão pela comunicação e pelo aprendizado contínuo. Suas áreas de especialização abrangem desde assuntos técnicos complexos, como engenharia, até setores dinâmicos como agricultura, negócios e o universo jurídico.

Graduado em Letras com especialização em Tradução e Interpretação pela UNIBERO em 2001, ele se dedicou exclusivamente à tradução até 2015. No entanto, sua busca por novos desafios o levou a concluir o Curso Sequencial de Interpretação de Conferência da PUC/SP, marcando o início de sua transição para a interpretação.
Desde então, Ricardo tem conciliado a tradução com a interpretação, com um foco crescente nesta última. Para ele, a escolha foi natural, impulsionada por sua formação e paixão por idiomas e tradução.

O que o encanta na profissão é a oportunidade de explorar um leque vasto de temas, conhecer pessoas de diferentes culturas e visitar lugares que jamais imaginou. A diversidade é, para Ricardo, o aspecto mais fascinante da carreira.

Diante de uma época de tantas mudanças, Ricardo acredita que o fator humano é insubstituível na interpretação, dada a sutileza que permeia a comunicação. Seu conselho para quem busca trilhar esse caminho é: "Seja estudioso, curioso, ético e profissional, e saiba circular por diversos ambientes. São as coisas que me trouxeram até aqui na carreira."
A série "Quem Faz a APIC" visa apresentar os membros da APIC por meio de breves perfis divulgados em nossas mídias sociais. Descubra mais sobre o intérprete Ricardo Alexandre de Aguiar: Residente em São Paulo, Ricardo Alexandre de Aguiar (@miolagem) é um intérprete de conferência do par inglês/português com um currículo que reflete sua paixão pela comunicação e pelo aprendizado contínuo. Suas áreas de especialização abrangem desde assuntos técnicos complexos, como engenharia, até setores dinâmicos como agricultura, negócios e o universo jurídico. Graduado em Letras com especialização em Tradução e Interpretação pela UNIBERO em 2001, ele se dedicou exclusivamente à tradução até 2015. No entanto, sua busca por novos desafios o levou a concluir o Curso Sequencial de Interpretação de Conferência da PUC/SP, marcando o início de sua transição para a interpretação. Desde então, Ricardo tem conciliado a tradução com a interpretação, com um foco crescente nesta última. Para ele, a escolha foi natural, impulsionada por sua formação e paixão por idiomas e tradução. O que o encanta na profissão é a oportunidade de explorar um leque vasto de temas, conhecer pessoas de diferentes culturas e visitar lugares que jamais imaginou. A diversidade é, para Ricardo, o aspecto mais fascinante da carreira. Diante de uma época de tantas mudanças, Ricardo acredita que o fator humano é insubstituível na interpretação, dada a sutileza que permeia a comunicação. Seu conselho para quem busca trilhar esse caminho é: "Seja estudioso, curioso, ético e profissional, e saiba circular por diversos ambientes. São as coisas que me trouxeram até aqui na carreira."
1 semana ago
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6/9
Que excelente notícia! A tese intitulada "Interpretação em equipe no contexto de conferência: perfil profissional para formação de intérpretes de Libras-Português", de autoria de Tiago Coimbra Nogueira, foi laureada com o Primeiro Prêmio ABRAPT de Tese. O trabalho foi desenvolvido sob a orientação da Profa. Dra. Maria Lúcia Vasconcellos e coorientação da Profa. Dra. Silvana Aguiar dos Santos.

A pesquisa explora a dinâmica da interpretação em equipe em ambientes de conferência, propondo um modelo estruturado para a formação de intérpretes de Libras-Português. O estudo se destaca pela sua abordagem inovadora, combinando rigor metodológico com uma proposta formativa centrada em competências e aprendizagem situada. Sua relevância é evidente ao abordar uma necessidade crucial na capacitação desses profissionais e ao promover a acessibilidade linguística em eventos acadêmicos e institucionais, em consonância com as políticas de inclusão de pessoas surdas.

Parabéns a Tiago Coimbra Nogueira, bem como à sua orientadora e coorientadora, por essa conquista que celebra a excelência da pesquisa conduzida.

Acesse a tese completa aqui: https://tede.ufsc.br/teses/PGET0607-T.pdf

fonte: @pgetufsc
Que excelente notícia! A tese intitulada "Interpretação em equipe no contexto de conferência: perfil profissional para formação de intérpretes de Libras-Português", de autoria de Tiago Coimbra Nogueira, foi laureada com o Primeiro Prêmio ABRAPT de Tese. O trabalho foi desenvolvido sob a orientação da Profa. Dra. Maria Lúcia Vasconcellos e coorientação da Profa. Dra. Silvana Aguiar dos Santos. A pesquisa explora a dinâmica da interpretação em equipe em ambientes de conferência, propondo um modelo estruturado para a formação de intérpretes de Libras-Português. O estudo se destaca pela sua abordagem inovadora, combinando rigor metodológico com uma proposta formativa centrada em competências e aprendizagem situada. Sua relevância é evidente ao abordar uma necessidade crucial na capacitação desses profissionais e ao promover a acessibilidade linguística em eventos acadêmicos e institucionais, em consonância com as políticas de inclusão de pessoas surdas. Parabéns a Tiago Coimbra Nogueira, bem como à sua orientadora e coorientadora, por essa conquista que celebra a excelência da pesquisa conduzida. Acesse a tese completa aqui: https://tede.ufsc.br/teses/PGET0607-T.pdf fonte: @pgetufsc
1 semana ago
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Conte pra gente nos comentários: o que você faz para reviver depois de passar horas interpretando à distância pelo computador?

#Intérprete #IntérpreteDeConferência #Intérpretes #VidaDeIntérprete #InterpreterMeme
Conte pra gente nos comentários: o que você faz para reviver depois de passar horas interpretando à distância pelo computador? #Intérprete #IntérpreteDeConferência #Intérpretes #VidaDeIntérprete #InterpreterMeme
2 semanas ago
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Ainda dá tempo de se inscrever e celebrar o Dia Mundial da Audição conosco! 🎧
Participe de uma discussão online sobre saúde auditiva, no dia 17 de março, às 19:00 BRT, com o tema “Dia Mundial da Audição: Interpretação e Saúde Auditiva”.

Junte-se a nós e à @aiicbrasil em uma sessão interativa repleta de insights valiosos sobre fisiologia da audição, estratégias de prevenção e opções de tratamento para a perda auditiva.

O evento será realizado em português, com interpretação simultânea para espanhol, inglês, francês, chinês e russo!

💡 Participação gratuita e aberta a todos, mas requer inscrição! Inscreva-se já: https://tinyurl.com/diamundialdaaudicao

O link do Zoom será enviado após a inscrição. 

#conferenceinterpreting #hearinghealth #traduçãosimultânea #interpretação #saúdeauditiva #worldhearingday.
Ainda dá tempo de se inscrever e celebrar o Dia Mundial da Audição conosco! 🎧 Participe de uma discussão online sobre saúde auditiva, no dia 17 de março, às 19:00 BRT, com o tema “Dia Mundial da Audição: Interpretação e Saúde Auditiva”. Junte-se a nós e à @aiicbrasil em uma sessão interativa repleta de insights valiosos sobre fisiologia da audição, estratégias de prevenção e opções de tratamento para a perda auditiva. O evento será realizado em português, com interpretação simultânea para espanhol, inglês, francês, chinês e russo! 💡 Participação gratuita e aberta a todos, mas requer inscrição! Inscreva-se já: https://tinyurl.com/diamundialdaaudicao O link do Zoom será enviado após a inscrição. #conferenceinterpreting #hearinghealth #traduçãosimultânea #interpretação #saúdeauditiva #worldhearingday.
2 semanas ago
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