Na última segunda-feira, foi aberta, na Biblioteca Nacional de Brasília, a exposição “1 Julgamento, 4 Línguas – Os pioneiros da interpretação simultânea em Nuremberg”, que marca os 80 anos do Julgamento de Nuremberg, um marco histórico tanto para a justiça internacional quanto para a consolidação dos direitos humanos. A exposição é realizada em parceria entre […]
A Declaração apresenta orientações e posicionamentos sobre a aplicação da Inteligência Artificial no área da interpretação de conferências, esclarece seu status atual e reafirma o protagonismo do intérprete humano. O documento também traz recomendações direcionadas aos clientes e reafirma o compromisso dos intérpretes da APIC.
Neste mês de abril tomou posse a nova diretoria da APIC para o biênio 2025-2026: Presidente: Marsel de Souza 1º Vice Presidente: Tiago Coimbra 2ª Vice Presidente: Simone Troula 1º Secretário: Daniel Veloso 2ª Secretária: Alicia de Choc Asseo Tesoureira: Marília Aranha A coincidência deste primeiro ano da nova gestão com o 80º aniversário do […]
Esta célebre frase do escritor Günter Grass resume com perfeição o paradoxo e a beleza do nosso trabalho.
Traduzir e interpretar é adaptar formas, estruturas, ritmos e vocabulários de uma língua para outra, sem jamais alterar o sentido, a intenção e a emoção da mensagem original. É o processo de mudar tudo na superfície para que o essencial permaneça intacto.
Na interpretação de conferência, essa "transformação invisível" exige estudo contínuo, sensibilidade cultural e rigor técnico, garantindo que a voz do palestrante ecoe com a mesma força em qualquer idioma.
O que essa citação significa para você no dia a dia da cabine? Conte para a gente nos comentários! 👇
Conheça a história, a missão e o trabalho desenvolvido pela APIC: https://apic.org.br/pt/sobre-nos/
#APIC #Interpretação #Tradução
Ser intérprete de conferências é viver em constante aprendizado. É ter a oportunidade de mergulhar em temas diversos a cada evento, dominar jargões complexos e sentir a adrenalina de entregar a mensagem com precisão, fluidez e empatia no exato momento em que ela acontece.
Para os membros da APIC, essa profissão é muito mais do que traduzir palavras: é ser a ponte que conecta pessoas, ideias e culturas.
Dê o play no segundo vídeo da campanha e descubra mais depoimentos inspiradores sobre as razões que nos fazem amar o que fazemos!
#APIC #InterpretaçãoDeConferências #MêsDoTradutorEIntérprete #IntérpretesDeConferência
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Aquele microssegundo em que o termo exato desaparece do mapa, a velocidade do palestrante não dá trégua e o seu cérebro aciona o modo sobrevivência: reorganiza a frase, puxa uma paráfrase, encaixa um sinônimo e entrega a mensagem impecável para o ouvinte!
Por fora, a entrega continua fluida e elegante. Por dentro... é exatamente essa engenharia de tijolos! 😅
#VidaDeIntérprete #InterpreterMEME
Não há quem entre na profissão de intérprete sem plena convicção. Não é um caminho que dê espaço para a indiferença, pelo contrário, é um ofício que desperta paixões intensas. A maior prova disso são os depoimentos trazidos pelos membros da APIC nesta campanha de 2026!
Em comemoração ao Mês do Tradutor e do Intérprete, abrimos a palavra a quem vive o dia a dia da interpretação de conferências para responder a uma pergunta simples, mas profunda: o que faz o seu coração bater mais forte na nossa profissão?
Dando início à nossa série especial de vídeos, confira no primeiro episódio como a busca constante pelo saber e o privilégio de ser a ponte entre culturas transformam cada jornada na cabine em uma verdadeira vocação.
Assista, curta e compartilhe! E você, qual é a sua razão para amar a interpretação? Conte pra gente nos comentários! 👇
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Quando o material chega a tempo para o estudo, o áudio da mesa não estoura, a sintonia com a dupla é total e o palestrante ainda lembra de mandar aquele "agradecimento especial aos intérpretes" no encerramento... aí não é só trabalho, é um dia de pura paz!
Quem mais aí suspira só de imaginar essa cena perfeita? Conta pra gente nos comentários qual dessas 4 coisas te traz mais paz na rotina! 👇🎙️
#VidaDeIntérprete #MemeInterpreter
Setembro é o mês de visibilidade, lutas e conquistas da comunidade surda. Para a APIC, é também o momento de reafirmar o papel fundamental dos intérpretes de Libras. Garantir acessibilidade linguística é respeito e cumprimento do direito de cada indivíduo de se comunicar na sua própria língua.
Na educação, na saúde, na justiça ou nos palcos de grandes eventos, a atuação ética e qualificada do intérprete de Libras garante que a voz da comunidade surda seja ouvida com toda a sua potência. Neste Setembro Azul, celebramos a cultura surda e homenageamos todos os colegas TILS que dedicam sua técnica e sensibilidade à garantia da acessibilidade plena em nossa sociedade!
Aproveite para visitar nosso perfil nas redes sociais e conferir os conteúdos que trazemos sobre a interpretação de Libras e a comunidade surda.
#APIC #SetembroAzul #Libras #AcessibilidadeLinguística
Para quem ama ficção com o nosso universo de pano de fundo, indicamos "The Interpreter", romance de estreia da escritora Suki Kim.
A trama acompanha Suzie Park, uma jovem intérprete de coreano que atua no sistema judiciário de Nova York. Acostumada a dar voz a imigrantes em momentos delicados, Suzie desciobre pistas sobre o misterioso assassinato dos próprios pais — o que a força a "interpretar" o passado de sua família.
Além do suspense envolvente, o livro traz reflexões profundas sobre a posição do intérprete como ponte entre culturas, sobre o peso da neutralidade, sobre a invisibilidade da profissão e a busca por identidade no contexto da imigração, e sobre como as línguas que falamos determinam nossa percepção da realidade.
Essa narrativa fala de pertencimento, e do que não é dito na comunicação. Vale a leitura para quem quer ver nossa profissão representada na literatura contemporânea!
#DicaDeLeituraAPIC #APIC
O que você, intérprete, acha chique na cabine? 🎧
Compartilhe nos comentários. A APIC pode transformar as melhores respostas em uma segunda edição.
#APIC #InterpretaçãoDeConferências #Intérpretes
Se a experiência traz bagagem, o tempo no mercado traz mestria. É muito comum encontrarmos colegas em pleno exercício da profissão aos 70, 80 anos ou mais, atuando com a mesma acuidade, rapidez de raciocínio e elegância de sempre. Mas o que explica essa longevidade tão marcante na nossa categoria?
Será que a prática dos idiomas funciona como um "escudo" para o cérebro? A ciência diz que sim.
O cérebro bilíngue e a reserva cognitiva
Estudos da neurociência mostram que gerenciar dois ou mais idiomas exige um treino constante de funções executivas: atenção seletiva, inibição de distrações e alternância rápida de tarefas. Na interpretação simultânea, esse exercício é elevado à máxima potência, fortalecendo a chamada reserva cognitiva: a capacidade do cérebro de criar rotas alternativas e se manter plástico e saudável por mais tempo.
O estudo contínuo como hábito de vida
Intérpretes nunca param de estudar. A cada evento, mergulhamos em um universo novo: medicina, tecnologia, agronegócio, direito. Essa curiosidade intelectual compulsória e a aprendizagem permanente alimentam a neuroplasticidade, mantendo a mente ativa e afiada.
A interpretação de conferência nos prova diariamente que o cérebro não tem "data de validade" quando é constantemente desafiado. Enquanto houver paixão pela comunicação e rigor técnico, a cabine continuará sendo espaço de excelência em todas as idades.
Por isso, talvez a pergunta mais interessante não seja: “com que idade um intérprete deve parar?”
E sim: “por quanto tempo ele continua querendo aprender, se preparar e fazer um bom trabalho?”
Você conhece ou já dividiu a cabine com algum colega sênior que é uma verdadeira inspiração? Conte aqui nos comentários! 👇
Precisa de um intérprete de conferências? Consulte o diretório de profissionais da APIC: https://apic.org.br/pt/interpretes/
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